A Gente Paga O Salário Deles Para Eles Estarem Fazendo Uma Vergonha Dessa Para A Gente.

Direção afirma que problema foi 'atípico'. Pacientes reclamam de demora no atendimento na UPA Afonso Pena, em São José dos Pinhais Os doentes que buscaram atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, seguem reclamando das filas quase intermináveis do local. Na noite de segunda-feira (29), houve quem afirmasse ter ficado sentado por mais de 10 horas, aguardando para ver um médico. "Eu cheguei às 10h, agora são 20h. Isso aí é uma vergonha para a gente. A gente paga o salário deles para eles estarem fazendo uma vergonha dessa para a gente. Falam que tem que fazer a triagem primeiro, vieram com uma lista às 18h e não chamou ninguém", contou um paciente. A situação caótica da UPA fez um filho decidir retirar a mãe do local, para procurar vaga em outro hospital público. "[Ela] está desde ontem aqui, na UPA esperando um leito, que está a coitada deitada em uma polrona.

Masha e o Urso é uma das séries de desenhos animados que mais encanta o público infantil no momento. O show já percorreu diversos países e chega, pela primeira vez, em São José dos Pinhais, no próximo dia 20 de janeiro. O espetáculo será na praça de eventos do Shopping São José, onde será montado o palco com cenário especial e equipamentos de luz e som. O evento será gratuito, em uma única sessão, com 50 minutos de duração. E não serão realizadas fotos com os personagens. O show é uma megaprodução, encenada pelos personagens que são muito queridos pelas crianças. A série é baseada em um conto de fadas do folclore russo, na qual conta a história da menina Masha e o urso, que leva uma vida tranquila e tem bom coração. Os dois vivem em uma floresta. A garotinha é inquieta, ama cantar, dançar e descobrir coisas novas. O urso sempre espera ansioso pela chegada dela para curtirem juntos a próxima aventura.

Última torre da Avenida das Torres é retirada em Curitiba; nova linha de transmissão de energia será subterrânea As 25 torres foram retiradas ao longo de quase três meses. Por Bibiana Dionísio e Thais Kaniak, G1 PR, Curitiba As 25 torres da avenida foram retiradas, e a partir de agora linha de transmissão passa a ser subterrânea (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press) A última torre da Avenida Comendador Franco em Curitiba, mais conhecida como Avenida das Torres, foi completamente retirada nesta quinta-feira (1º). A desmontagem começou por volta das 10h e foi concluída às 14h30. A mudança estrutural para o abastecimento energético da cidade é também visual e simbólica para quem passa pela região diariamente ou até mesmo de vez em quando. Nova linha de transmissão será um reforço para o abastecimento energético de Curitiba, de acordo com a Copel (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press) As imensas torres – cada uma pesa cerca de três toneladas – foram instaladas na década de 70 e até esta quinta-feira formaram a principal via de abastecimento da capital paranaense. Ao longo de quase três meses, as 25 torres que apelidaram a importante via que liga Curitiba a São José dos Pinhais, na Região Metropolitana da capital, foram retiradas para dar espaço à tecnologia. Agora, a linha de transmissão passa a ser subterrânea. Última torre ficava na Avenida das Torres, esquina com a Rua Brasílio Itiberê, em Curitiba (Foto: Giuliano Gomes/ PR PRess) Para o curitibano Willian Peterson de Almeida, que mora no prédio em frente à última torre, a avenida é um símbolo histórico da cidade. "Todo mundo passa por aqui, do aeroporto para o Centro", diz o líder de vendas. Para curitibano que mora em frente à Avenida das Torres, a via é um símbolo da cidade (Foto: Giuliano Gomes/PRPress) Ele acredita que a falta das torres vai causar um estranhamento: "Até se acostumar...".

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